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Patologias

  • ANGIOPATIA DIABÉTICA

    O que é angiopatia diabética?

    As manifestações tardias da diabetes são causadas, na sua grande maioria, por lesões nos vasos sanguíneos (micro e macroangiopatia) e, com menor frequência, no sistema nervoso periférico (neuropatia diabética). Conheça as suas consequências.

    Angiopatia: é o termo genérico para uma doença dos vasos (artérias, veias e vasos capilares). A mais conhecida e frequente das angiopatias é a angiopatia diabética, patologia que pode acontecer no âmbito da diabetes crónica.


    Macroangiopatia diabética

    A macroangiopatia diabética é a diminuição da circulação sanguínea nos vasos sanguíneos de maior calibre devido à sua obstrução ou estreitamento. Ou seja, é a arteriosclerose das grandes artérias cerebrais, do coração (coronárias) e dos membros inferiores — algumas das principais do corpo humano, portanto.


    Microangiopatia diabética

    A microangiopatia diabética é uma alteração vascular periférica que se caracteriza pela diminuição da circulação sanguínea nos pequenos vasos devido ao seu estreitamento ou obstrução.


    Lesões nos vasos sanguíneos

    Resultam do surgimento de alterações nas paredes dos vasos sanguíneos, dificultando a passagem do sangue e, por conseguinte, o transporte de oxigénio e nutrientes a determinados tecidos ou órgãos do corpo.

    No diabético, a arterosclerose é mais precoce e grave, acometendo frequentemente as artérias das pernas e dos pés. A macroangiopatia diabética dos membros inferiores gera a deficiente irrigação dos membros, o que pode resultar naquilo que em medicina se designa isquemia dos membros inferiores.

    A diabetes mellitus é um importante fator de risco no desenvolvimento da aterosclerose, sendo que o risco de complicações vasculares nos pacientes é de 2 a 4 vezes maior do que na população não diabética. A obstrução de um grande vaso da coxa ou da perna pode gerar gangrena e amputação da perna.

    A microangiopatia e a neuropatia predispõem mais o diabético à infeção do que outros indivíduos, Este fenómeno deve-se à má oxigenação dos tecidos, decorrente da deficiente circulação sanguínea e da diminuição das defesas protetoras.


    Sinais e sintomas

    Alguns sinais e sintomas da microangiopatia:

    • O pé apresenta falta de circulação sanguínea e fica geralmente frio e seco;
    • O paciente sente dor e cãibra na “barriga” das pernas e na região dos músculos gémeos, bem como durante o repouso noturno.
    • Palidez nos pés ao elevá-los;
    • Diminuição acentuada de pêlos;
    • Frequentemente, as unhas apresentam infeções e tendem a crescer mais lentamente, podendo aparentar ter sido envernizadas e abauladas;
    • A pele fica mais brilhante;
    • Com frequência, os pés do doente apresentam fendas no tornozelo e no calcanhar;
    • A pulsação das pernas e dos pés diminui ou é inexistente;
    • Podem surgir pequenas úlceras secas nos pés.


    Benefícios do LLLT (Terapia Laser de Baixa Intensidade) no tratamento da angiopatia e neuropatia

    Ultrapassando a neuropatia, resultando em:

    • Melhora do seu equilíbrio,
    • Melhora da sensibilidade das suas pernas,
    • Melhora da sensibilidade dos seus pés.

    Como é que o LLLT – Laser médico gera o alívio na angiopatia?

    Tanto a progressão da angiopatia como a da neuropatia diabética podem ser travadas e revertidas. As lesões associadas podem ser evitadas e/ou curadas através da utilização do laser médico no âmbito da Medicina Laser, evitando e retardando, assim, as lesões e consequente sofrimento, sem efeitos secundários.

    Tudo isto RECUPERANDO APARÊNCIA, A SENSIBILIDADE E AS FUNÇÕES NORMAIS!

  • NEUROPATIA

    O que é?

    É uma patologia que afeta os nervos periféricos, sendo causada pela diabetes, alcoolismo, e quimioterapia.

    A neuropatia periférica pode afetar um único nervo (mononeuropatia), dois ou mais nervos distintos em áreas separadas (mononeuropatia múltipla) ou vários nervos em simultâneo, sugerindo um processo difuso (polineuropatia).

    Não permita que as dores nos pés ou nas pernas a/o impeçam de fazer as coisas de que gosta.

    O laser médico melhora a circulação e alivia a dor.

    Foi demonstrado clinicamente em milhares de pacientes que o LLLT reduz significativamente

    • As dores nos pés;
    • As dores nas pernas;
    • A sensação de formigueiro;
    • Entumecimento;
    • Inflamação;
    • Inchaço;
    • Perda de sensibilidade.

    Estes sintomas verificam-se frequentemente nos pacientes com Diabetes, que sofrem de outras neuropatias periféricas ou fazem Quimioterapia.

    Como resultado direto os pacientes registam

    • Melhora do equilíbrio;
    • Sensibilidade nos pés;
    • Sensibilidade nas pernas.


    Como é que o LLLT – laser médico gera o alívio da Neuropatia?

    A utilização do LLLT estimula a libertação de Óxido Nítrico através das células de Óxido Nítrico no sangue e tecidos circundantes. Este processo relaxa as células musculares encontradas nas artérias, veias, capilares e vasos linfáticos. Quando as células musculares e músculos relaxam, dilatam o vaso sanguíneo, que aumenta significativamente a circulação.

    Com este aumento da circulação, o organismo pode mais facilmente curar a zona afetada, através da substituição das células danificadas e pelo aumento da síntese de RNA e de DNA. A utilização do LLLT estimula igualmente a libertação da Adenosina TriPhosfato (ATP), que transporta a energia para as células e ajuda na produção de endorfinas, que ajudam a facilitar o alívio da dor no longo prazo.

    No âmbito da Medicina Laser, o laser médico permite-lhe não só libertar-se da dor crónica, como resolver as situações clínicas que a geram. Assim, evita a utilização de fármacos com efeitos secundários graves, como os anti-inflamatórios não esteroides (AINES), opióides ou opiáceos e corticosteróides

  • DOR ARTICULAR OU ARTRITE

    A dor pode ser somática ou visceral. A dor articular é somática. 

    Uma das principais causas de incapacidade e dor é a artrite. A artrite pode afetar qualquer articulação, mesmo a articulação sacroilíaca, que constitui umas das causas mais frequentes de dor nas costas.

    A artrite pode ser gerada através de vários mecanismos:

    • Inflamação;
    • Fricção mecânica;
    • Lesão na base de uma das estruturas da articulação.

    A Artrite pode assumir a forma de osteoartrite (AO —lesão mecânica das superfícies da articulação) ou genética / autoimune (a artrite reumatóide é a mais comum).

    A idade constitui o maior fator de risco para desenvolver osteoartrite. A artrite ocorre mais frequentemente na mulher do que no homem. Antes dos 45 anos a osteoartrite verifica-se com maior regularidade nos elementos do sexo masculino, mas após esta idade a doença regista-se com mais frequência na mulher.

    Um defeito num dos genes responsáveis pelo colagénio, um componente da cartilagem, pode causar uma degeneração precoce desta. A lesão e o excesso de utilização do membro em causa na consequência do trabalho físico ou atividade desportiva. Lesões traumáticas como a tração excessiva dos ligamentos e do menisco sobre o joelho ou a anca, aumentam o risco de desenvolver osteoartrite.

    Além disso, as articulações mais repetidamente usadas em determinadas funções encontram-se mais sujeitas a desenvolver osteoartrite em consequência de lesão ou excesso de uso.

    O excesso de peso na meia-idade ou numa fase posterior da vida configura um dos mais importantes fatores de risco para o desenvolvimento da osteoartrite, especialmente nos joelhos.

    Em geral, a osteoartrite progride lentamente, podendo passar muitos anos antes de os danos na articulação começarem a notar-se.

    Apenas 1/3 dos pacientes cujos exames radiográficos mostram osteoartrite apresentam dor ou outros sintomas.

    Os objetivos do tratamento funcional são, fundamentalmente, três:

    • Limitar a dor, retardando o progresso da osteoartrite;
    • Aumentar a mobilidade;
    • Potenciar a força muscular.


    Os efeitos do laser na osteoartrite

    • As células e os tecidos lesionados geram enzimas que facilitam a receção de fotões, mais do que nas células e nos tecidos saudáveis;
    • Julga-se que os recetores primários de fotões na osteoartrite ativados pela luz são flavinas, citocromos e porfirina;
    • Estabilização da membrana celular;
    • Ampliação da síntese do ATP;
    • Vasodilatação estimulada em simultâneo com aumento da produção de Histamina, Oxido nítrico e Serotonina;
    • Aceleração da atividade leucocitária;
    • Aumento da síntese de Prostaglandinas;
    • Redução dos níveis de Interleucina 1;
    • Aumento da angiogénese;
    • Aumento da superóxido dismutase;
    • Diminuição dos níveis de Proteína – C reativa e de Neopterina;
    • Aumento das b – Endorfinas;
    • Bloqueio da despolarização das fibras nervosas aferentes;
    • Geração de axónios e regeneração da célula nervosa;
    • Diminuição dos níveis de Bradiquinina;
    • Normalização dos canais iónicos.

    Como poderá o LLLT – laser médico auxiliar no alívio da dor articular e da artrite?

    Aplicando o laser médico no âmbito da Medicina Laser, evitamos a utilização de fármacos AINES, opiáceos e corticóides, com todos efeitos secundários graves conhecidos e resolvendo não só o problema da dor, isto é, dos sintomas, bem como as suas causas.

  • DOR CRÓNICA E VEIAS VARICOSAS / VARIZES

    Varizes ou veias varicosas são veias aumentadas e sinuosas. Qualquer veia pode tornar-se varicosa, embora as veias mais frequentemente afetadas sejam as das pernas e dos pés. Este fenómeno verifica-se porque, ao levantarem-se e caminhar, os indivíduos aumentam a pressão nas veias da zona inferior do corpo.

    Para muitas pessoas, as veias varicosas ou em aranha – uma variação moderada das veias varicosas – não passam de uma preocupação estética. Para outras, as veias varicosas podem causar dor e desconforto, podendo conduzir a situações mais complexas.

    As veias varicosas podem ainda denotar maior risco devido a outros problemas circulatórios. O tratamento pode incluir cuidados de auto–tratamento, remoção cirúrgica das veias ou, segundo o nosso método, reabilitação / regeneração das veias por laser médico no âmbito da Medicina Laser. Este processo elimina os sintomas associados a esta patologia, nomeadamente a dor crónica, sem recurso a fármacos anti-inflamatórios não esteróides (AINES), opiáceos ou corticóides, com todas as suas graves consequências. De notar ainda a ausência de efeitos secundários.

  • DOR LOMBAR NA ZONA MAIS BAIXA

    Que origem pode ter?

    A região lombar baixa suporta o peso da parte superior do corpo, permitindo a mobilidade de movimentos habituais diários, como a inclinação e a rotação das ancas ao caminhar. Por outro lado, a região lombar suporta a coluna vertebral. Os nervos localizados na parte inferior das costas (região lombar baixa) transmitem sensações e força aos músculos da pélvis, pernas e pés.


    Músculos das costas e dor na parte inferior da coluna:

    A maioria das dores agudas da região lombar baixa resulta de lesões nos músculos, ligamentos, articulações e discos. Por outro lado, o corpo reage à lesão através da mobilização de uma resposta inflamatória para a cura. Embora a inflamação possa parecer mínima, é passível de gerar dor intensa.

    Refira-se ainda a existência de uma sobreposição significativa do fornecimento de impulsos nervosos a vários discos, músculos, ligamentos e outras estruturas da coluna, o que pode dificultar a identificação com precisão, por parte do cérebro, a causa da dor. Os músculos e ligamentos curam-se rapidamente, o que pode não se verificar num disco com hérnia.


    Como pode o LLLT – laser médico auxiliar no alívio da dor lombar baixa?

    No âmbito da Medicina Laser, o laser médico permite eliminar a dor e os processos que a geram, particularmente as inflamações. A par disso, facilita a cura das lesões, evitando a utilização de anti-inflamatórios não esteroides, opiáceos, esteroides e os seus efeitos secundários. Tão ou mais importante, evita os graves riscos que lhes estão associados.

    O laser médico não é invasivo, não envolve efeitos secundários nem comporta riscos e apresenta raras contraindicações. Daqui se depreende que a utilização do laser médico apresenta vantagens significativas relativamente aos fármacos com efeitos secundários e consequências potencialmente graves, e que são exemplo os anti-inflamatórios não esteróides (AINES), os opióides e os corticosteróides.

  • DOENÇA ARTERIAL PERIFÉRICA

    O que é?

    A doença arterial periférica caracteriza-se por ser uma patologia de natureza obstrutiva do lúmen arterial, resultando num défice de fluxo sanguíneo aos tecidos, cuja principal consequência é a presença de sinais e sintomas característicos de isquemia.

    A componente obstrutiva da doença encontra-se em cerca de 90% dos casos associados à aterosclerose.
    Esta doença afeta cerca de 3% a 10% das pessoas, aumentando para 15% a 20% em adultos com mais de 70 anos.

    A doença cardiovascular é uma das principais causas de mortalidade e morbilidade na população portuguesa, pelo que o seu diagnóstico e tratamento precoces, bem como a sua prevenção, se revelam determinantes.

    A doença arterial periférica constitui um importante marcador da presença de um risco elevado de mortalidade cardiovascular. No fundo, esta doença é idêntica à doença coronária, distinguindo-se apenas pelas artérias e territórios afetados.


    São diversos os fatores de risco identificados mais frequentes:

    • Ausência da prática regular de exercício físico;
    • Hipertensão;
    • Hipercolesterolemia;
    • História familiar de angina de peito;
    • Enfarte do miocárdio;
    • Acidente vascular cerebral;
    • Aneurisma da aorta abdominal.

    Esta doença revela-se particularmente relevante, estimando-se que os indivíduos por ela afetados apresentem um risco 4 a 5 vezes superior de virem a sofrer um enfarte de miocárdio ou um acidente vascular cerebral.

    Por outro lado, caso esta patologia não seja verdadeiramente tratada, pode evoluir para gangrena, com necessidade de amputação parcial ou total de um membro.


    Quais as causas da doença arterial periférica?

    Os fumadores, diabéticos, obesos e/ou hipertensos são os mais afetados pela doença arterial periférica, já que estes hábitos aumentam a probabilidade de emergirem lesões na camada mais interna dos vasos, conduzindo ao endurecimento das artérias (aterosclerose).

    A presença de doença renal associada à hemodiálise constitui outro fator de risco para esta doença arterial periférica.

    Como se manifesta a doença arterial periférica?

    O principal sintoma da doença arterial periférica é dor nas pernas ao caminhar (claudicação), que é atenuada uma vez que o esforço seja interrompido.

    A dor resulta de uma maior necessidade de oxigénio e de nutrientes durante a marcha, que não são suficientemente fornecidos pelas artérias obstruídas.


    Outros sinais e sintomas passíveis de emergir são, por exemplo:

    • Sensação de dormência ou fraqueza nas pernas e nos pés;
    • Pernas mais frias e/ou mais pálidas;
    • Feridas que não cicatrizam;
    • Dores nos pés ou nos dedos durante as fases de repouso. Ao longo do tempo, a pele pode ficar mais escura ou azulada.

    Os sintomas vão-se progressivamente agravando, como consequência da gradual redução do fornecimento de oxigénio aos membros. Portanto, inicialmente, as dores surgem após uma determinada distância percorrida. Essa distância vai-se reduzindo, até ao ponto em que as pernas efetivamente doem.

    Em alguns casos mais graves, pode ainda ter lugar uma situação de disfunção erétil.

  • DOR PÉLVICA CRÓNICA (PROSTATITE)

    A prostatite é uma das doenças mais frequentes nos homens, independentemente da idade, etnia ou nível social. Deve-se ao estado inflamatório e/ou infeccioso da próstata.

    A sintomatologia da prostatite inclui problemas de caráter sexual, de que exemplificamos alguns:

    • Dificuldade em obter e/ou manter a ereção;
    • Ejaculação precoce, retardada ou ausente;
    • Possível dor ao ejacular;
    • Problemas do foro urinário, como aumento da frequência de micções diárias, sejam elas diurnas, noturnas ou ambas.

    As dores pélvicas, perineais, suprapúbicas ou escrotal são problemas comuns da prostatite. Todas resultam da inflamação gerada pela prostatite, tanto no plano muscular dos órgãos afetados como a nível neurológico, podendo igualmente atingir o sistema nervoso periférico.

    Fatores que contribuem para esta situação incluem o abuso de tabaco, álcool, café, picantes e infeções sexualmente transmissíveis.

    Uma próstata em pleno funcionamento possui três barreiras de proteção:

    1. Estrutura morfológica e funcional resistente;
    2. Tónus fisiológico suficiente e boa vascularização dos órgãos genitais internos;
    3. Barreira anti-infeciosa.

    Qualquer destas barreiras, ou as três juntas, podem ser quebradas por fatores externos e/ou hereditários, contribuindo para o surgimento da prostatite.

    Entre os fatores externos mais comuns da prostatite contam-se os seguintes:

    • Relações sexuais desprotegidas ou com baixos cuidados de higiene, constituindo a prática de sexo anal o risco máximo;
    • Insuficiência androgénica (desequilíbrio hormonal andrógeno/estrógeno);
    • Estado psico-emocional negativo (stress, depressão);
    • Intoxicações (microbiana, medicamentosa, etc.);
    • Alterações da perfusão (congestão venosa local);
    • Congestionamento dos canais prostáticos;
    • Atonia muscular dos órgãos da pelve inferior;
    • Prisão de ventre crónica;
    • Algaliação e traumatismos;
    • Sedentarismo;
    • Otites, cáries, sinusite, sigmoidite, proctite, endocardite crónica e pneumonia crónica.

    Como podemos verificar, a prostatite é uma doença complexa, que traz consequências graves a médio e a longo prazo, caso não seja detetada/diagnosticada de forma tão precoce quanto possível e tratada adequadamente.

    A LLLT constitui a melhor opção de tratamento para esta doença, sendo que o seu objetivo abrange numerosos aspetos:

    1. Otimização do sistema imune local e geral;
    2. Normalização da perfusão da próstata;
    3. Recuperação do refluxo da secreção da próstata e vesículas seminais, graças ao aumento do tono dos músculos pélvicos e perineais e das fibras musculares da próstata;
    4. Recuperação de elementos morfológico-estruturais nos tecidos com alterações patogénicas;
    5. Normalização das funções dos órgãos afetados, a nível sexual, urinário, muscular e neurológico.

    O tratamento consiste em diversas práticas:

    • Administração de terapia laser de baixa intensidade, associada a massagem prostática, importante para auxiliar na drenagem do líquido prostático;
    • Antibioterapia para combater as bactérias;  
    • Aplicação de um antioxidante, um probiótico e um apoio para o sistema imunitário (nestes casos, Vitamina D).

    Por sua vez, o mecanismo de produção do efeito laser envolve múltiplos processos:

    • Acão antibacteriana;
    • Ação anti-inflamatória e imunomoduladora;
    • Normalização de processos metabólicos;
    • Melhoria de microcirculação;
    • Diminuição da capacidade patogénica de micro-organismos e aumento da respetiva sensibilidade aos antibióticos.

    Eficácia

    A eficácia do tratamento é bem patente nos vários indicadores disponíveis:

    • Os sintomas clínicos desaparecem em 93 % dos pacientes;
    • A secreção da próstata normaliza em 95,4 % dos indivíduos;
    • A dinâmica positiva do quadro ultrassónico observa-se em 83 % dos doentes;
    • Verifica-se ausência de organismos patogénicos no material analisado em 90,7 % dos pacientes;
    • O prazo de tratamento diminui 1,5 vezes;
    • As doses de antibióticos diminuem 2 vezes.

    Todavia, uma atitude mental positiva, de querer vencer, é determinante para a eficácia deste processo, podendo mesmo fazer toda a diferença quanto aos resultados obtidos.

    Por tudo isto, é necessário entender que o doente possui um papel fulcral no que respeita ao tratamento, sendo que o cumprimento de todas as indicações, quer a nível farmacológico, quer de melhoria de estilo de vida, contribuem para o cumprimento dos objetivos ambicionados.